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Psicologia Organizacional

Resumo: O presente artigo busca identificar as formas de assédio dentro da instituição bancária, assim como as consequências relatadas pelos sujeitos de pesquisa. Através de uma pesquisa qualitativa com sete voluntários foi possível verificar, além do sofrimento, as formas de reação que esses trabalhadores, os sujeitos de pesquisa, encontram para suportar essa horrível demanda. Observa-se sofrimento intenso derivado dos modos organizacionais nesse meio e, a decepção frente às atitudes de um banco que busca a cada dia, ganhos imensuráveis através de um trabalho desumano.   

Palavras-chave: Assédio moral, Trabalho, Banco, Sofrimento.

Leia mais: Assédio Moral Com Trabalhadores Bancários: Humilhação e Reação

1. Introdução

Para melhor compreender a relevância deste presente trabalho, o leitor será levado a uma breve contextualização histórica da descoberta da cultura organizacional, desde as primeiras publicações acerca do tema, como feito pelas revistas Administrative Science Quartely e Organizational Dynamics (FREITAS, 1991) até sua permanência na psicologia organizacional como objeto de estudo.

Leia mais: A Cultura Dentro da Organização: um breve estudo



Resumo: O presente estudo objetivou buscar evidências através de análises se o salário pode ser usado como referencial na motivação do trabalhador e a abordagem empregada para a pesquisa foi qualitativa permanecendo na condição descritiva, analítica e exploratória. E duas teorias de motivação foram utilizadas, cujo estudo aborda e sugere algumas formas de estar motivando o colaborador sob o enfoque das teorias da Hierarquia de Necessidades formulada e desenvolvida por Abraham Maslow e a Teoria dos dois fatores por Frederick Herzberg sustentando um parecer quanto o salário pode ser usado como um fator de motivador. Para o psicólogo organizacional é fundamental distinguir as causas e os fatores que influenciam no comportamento humano, notando suas necessidades, ressaltando que a motivação será trabalhada sob esses enfoques. Optar em usar salário como um fator motivador seria uma saída para satisfazer as necessidades do trabalhador de forma paliativa não atendendo completamente a necessidade do trabalhador.

Palavras-Chave: Salário, Motivação, Trabalhador, Psicólogo Organizacional.

Leia mais: O Salário: Pode Ser Usado Como um Fator Motivador?

Resumo: Trata-se do trabalho da psicologia organizacional no âmbito empresarial, focando seu papel na motivação do trabalhador, procurando, assim, levantar questões relacionadas à motivação do trabalhador no contexto da psicologia organizacional. No século XXI o ser humano vive em constante busca da satisfação material, onde a sociedade consome em grande quantidade. Diante de tal fato, na área empresarial, estuda-se a real motivação do trabalhador: prazer no que faz ou salário.

Palavras-Chave: Psicologia organizacional, Motivação, Comportamento.

Leia mais: Psicologia Organizacional e Seu Papel na Motivação do Trabalhador

Resumo: Atualmente, uma das mais importantes necessidades do indivíduo é achar um caminho que o direcione à realização não apenas de seus desejos materiais, mas também que o possibilite encontrar um sentido para o seu trabalho, alcançando a realização profissional que deseja. Por sua vez, as organizações começam a compreender que devem buscar possíveis alternativas que conciliem suas metas empresariais com as aspirações dos seus funcionários. Nessa busca, empresa e empregados podem perceber a necessidade de unir forças e começarem a elaborar planos de ação visando à conciliação de objetivos e novas formas de relações de trabalho. Portanto, nos dias atuais, encontrar alternativas que  conciliem os interesses das organizações com as aspirações profissionais e pessoais de seus colaboradores tende a ser um dos principais desafios do mundo do trabalho. Diante disso, programas de orientação profissional voltados para gestão de carreira surgem como possíveis caminhos na busca da superação desses desafios. O presente trabalho é uma revisão bibliográfica e tem como objetivo geral discutir o papel da orientação profissional na motivação dos trabalhadores. E como objetivo específico verificar como a orientação profissional está sendo utilizada na gestão de pessoas, bem como discutir a contribuição da Orientação Profissional no desenvolvimento de carreira num contexto de flexibilidade.

Palavras-chaves: Orientação Profissional, Motivação, Gestão de Carreira, Coaching.

Leia mais: Orientação Profissional Como Fator Motivacional Nas Organizações

Resumo: A presente pesquisa tem como objetivo investigar, através de um estudo exploratório, as percepções dos trabalhadores sem deficiência sobre a inclusão das pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Utilizando-se dos métodos de pesquisa exploratória mista (qualitativa e quantitativa) e Análise de Conteúdo, diante de uma situação-problema, foram entrevistadas 76 estudantes de diferentes cursos de graduação da Faculdade da Serra Gaúcha (FSG) de Caxias do Sul. Através da análise dos resultados obtidos, ficou claro que é um grande desafio a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. A maioria dos entrevistados sente a necessidade de programas se sensibilização do tema de forma geral, pois acreditam não estarem preparados para a inclusão dos mesmos.

Palavras-chave: Pessoa com deficiência, Inclusão, Mercado de Trabalho.

Leia mais: As Percepções dos Trabalhadores sem Deficiência Sobre a Inclusão das Pessoas com Deficiência no...

Resumo: Atualmente a grande maioria das doenças do trabalho tem íntima correlação com o estresse. O desgaste a que as pessoas são submetidas nos ambientes e nas relações de trabalho é um dos fatores determinantes nas doenças adquiridas pelos trabalhadores. Os colaboradores reclamam que estão exaustos. Sentem-se usados e sobrecarregados. Diariamente convivem com um vendaval de mudanças que faz com que se tenha que lidar com desafios constantes que causam insegurança e incerteza. Todos esses fatores têm relações com o estresse a que as pessoas são submetidas nos ambientes e nas relações de trabalho podendo interferir no nível de produtividade dos colaboradores. O objetivo do presente trabalho é verificar se os colaboradores operacionais que estão vivenciando o estresse estão produzindo menos. A primeira hipótese formulada é de que os colaboradores de nível operacional do sexo masculino que se encontra com estresse ocupacional podem produzir menos que o habitual. A segunda hipótese formulada é que as mulheres mesmo estressadas produzem mais que os homens. A amostra foi de colaboradores operacionais de uma fábrica frigorífica localizada no Estado de São Paulo Município de Itapecerica da Serra. Foram pesquisados 30 homens e 30 mulheres com idades de 20 á 47 anos. A coleta de dados foi realizada por meio do inventario de sintomas de stress para adultos (Lipp) e inventário de produtividade. Os sujeitos foram convidados a participar voluntariamente da pesquisa através de um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Foi utilizado o teste t de student para a comparação das médias de grupos independentes. Observou-se que não a diferenças significativas ao nível de 5%. Diante dos dados obtidos, conclui-se que as mulheres mesmo sobre estresse não produzem mais que os homens, desconfirmando a segunda hipótese. E que os homens mesmo perpassando pela fase de resistência têm um alto nível de produtividade, desconfirmando a primeira hipótese.

Palavras-chave: Produtividade, Estresse Ocupacional, Colaborador Operacional.

Leia mais: O Estresse Influenciando na Produtividade dos Colaboradores Operacionais

Resumo: O tema abordado tem como objetivo ressaltar as consequências que o estresse pode causar no ambiente de trabalho, neste caso dentro de uma Instituição Penitenciária, além de mostrar os reflexos que o estresse causa na saúde, prejudicando o exercício da profissão do Agente de Segurança Penitenciária, e as suas dimensões psicológicas com base em seu cotidiano de trabalho, evidenciando os fatores de risco a que estão expostos. Também serão expostas as atribuições do cargo e toda a carga de riscos internos e externos, a expectativa, a ansiedade, a angústia e a exposição que interferem e influenciam seu ambiente familiar, social e profissional. Os dados foram obtidos a partir da pesquisa bibliográfica, realizada através de livros e artigos com base de dados científicos, e da pesquisa de campo, realizada através das observações feitas dentro de uma Instituição Penitenciária, podendo assim, ampliar a compreensão da vivência prática e profissional dos Agentes de Segurança Penitenciária. A Psicologia tem um papel muito importante dentro das organizações, principalmente quando se trata de um ambiente onde os fatores estressantes são constantes. O Psicólogo pode ser visto como um facilitador, pois busca compreender e resolver, da melhor maneira possível, os conflitos existentes ou que surgem dentro de uma organização, focando sempre no bem-estar dos indivíduos. O estresse é um fator que pode acarretar muitos prejuízos na vida de uma pessoa, suas consequências podem ser físicas e psicológicas, podendo até causar a manifestação de doenças, que dependendo da intensidade, podem se tornar fatais. Pessoas estressadas tendem a ter dificuldades em seus relacionamentos interpessoais, pois apresentam irritação, impaciência e agressividade. O estresse no ambiente de trabalho pode impactar de maneira negativa na saúde dos trabalhadores, gerando ansiedade, desmotivação, ou até mesmo uma depressão. As condições de trabalho também podem se tornar agentes causadores de estresse, como por exemplo, a iluminação, a ventilação, a mobília, entre outros. Um trabalhador estressado pode acarretar diversos prejuízos para uma organização, como, por exemplo, queda na produtividade e qualidade nos serviços prestados. O ambiente de trabalho dos Agentes de Segurança Penitenciária pode ser visto por eles como ameaçador, pois estes profissionais mantêm contato direto com os apenados, que, em alguns casos, podem ser considerados de alta periculosidade. Suas rotinas são repletas de incertezas e tensões, tanto por suas vidas estarem constantemente em risco quanto por sua saúde estar ameaçada em alguns casos. O ambiente penitenciário não é muito agradável, pois se trata de um espaço físico constituído por muralhas, pavilhões, celas, galerias extensas e muitas grades de ferro. As galerias contam com ambientes pouco iluminados e as celas são úmidas, frias e pequenas, levando em conta quantidade de presos que habitam as mesmas. Atualmente existem 158 penitenciárias no Estado de São Paulo e 22.166 funcionários que prestam serviços neste setor. Trabalhar dentro de uma penitenciária causa muita incerteza nos servidores desta área, pois é um ambiente onde ocorrem situações inesperados, fazendo com que o clima de tensão se torne constante. Vale ressaltar que esta classe profissional necessita de uma atenção especial à sua saúde.

Palavras-chave: Estresse, Instituição Penitenciária, Agente de Segurança Penitenciária.

Leia mais: O Estresse e Suas Consequências Dentro de Instituição Penitenciária