Saúde Mental

Residência Terapêutica: o olhar do profissional de Saúde Mental

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Resumo: Esta pesquisa teve como objetivo investigar a implantação de Residências Terapêuticas (RTs) enquanto práticas substitutivas em saúde mental, na cidade de São Paulo. Buscou conhecer o funcionamento das residências e verificou como e até que ponto está sendo feita a reinserção de seus moradores na sociedade. A pesquisa foi realizada com 06 profissionais da área da saúde mental que tiveram experiência ou trabalharam diretamente com a Residência Terapêutica, através de uma entrevista semi-estruturada. Para a análise dos resultados, foram separados nove categorias em que se buscou perceber o oculto daquilo que não foi diretamente perguntado. Após a análise das entrevistas, entendemos que o modelo atende à necessidade dos sujeitos desinstitucionalizados, enquanto proposta de moradia, no entanto, muito ainda há por ser feito, desde a sobrecarga de trabalho imposta aos profissionais dos CAPS , até a significativa diferença entre o fechamento de leitos em hospitais psiquiátricos em relação às vagas abertas nas residências terapêuticas e no Programa De Volta para Casa. Porém, considerando todas as circunstâncias que envolvem a desinstitucionalização, a residência enquanto  mais um projeto substitutivo de apoio a saúde mental,  constitui-se em  um grande avanço em relação as condições anteriores a Reforma Psiquiátrica.
Palavras–Chave: Residência Terapêutica, Práticas Substitutivas em Saúde Mental,   Desinstitucionalização.

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Saúde e Doença Mental: um caso a se pensar

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Resumo: A questão da doença mental, sob um enfoque psicológico, significa considerá-la como produto da interação das condições de vida social com a trajetória específica do indivíduo e sua estrutura psíquica.  Essa idéia passa por diferentes abordagens desde as primeiras percepções até os dias atuais, destacando a relevância de contribuições de nomes importantes, a exemplo de Freud e a psicanálise. A normalidade individual pode ser considerada como um produto social, à medida que o diagnostico é feito dentro de uma cultura imposta, além da relevância que os fatores sociais detêm sobre esta.
Palavras – chave: doença mental, abordagens; reforma fator social.

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Psicólogos e CREAS: Breve Introdução

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A Psicologia fora regulamentada enquanto profissão no Brasil em 1962. A ditadura militar, instalada a partir de 1964, interferiu no processo de formação de tais profissionais despolitizando sua formação e impedindo que a temática social fosse inserida nos currículos. Pode-se dizer que despolitização, alienação e elitismo marcaram a organização da profissão originando a impressão de que o psicólogo só faz psicoterapia. (CFSS e CFP, 2007).

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Dependência Química

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Dependência Química é um padrão de uso geralmente intenso que envolve um descontrole sobre a quantidade e a frequência com que se consome álcool ou outras drogas, geralmente a um desejo forte de se utilizar a substância. Existem critérios bem definidos para se caracterizar essa condição. Diferentes mecanismos levam as pessoas a se tornarem dependentes. Assim, dependência é uma relação alterada entre um individuo e o seu modo de consumir uma substancia, sendo capaz de trazer problemas para seu usuário. (MEYER et al, 2004).

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Reflexões sobre a Educação Permanente em Saúde

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A educação em saúde é um campo multifacetado, para o qual convergem diversas concepções, das áreas tanto da educação, quanto da saúde, as quais espelham diferentes compreensões do mundo, demarcadas por distintas posições político-filosóficas sobre o homem e a sociedade.

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Integração dos CAPS com a Atenção Básica

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Integraçaõ CAPS-PSFNa rotina dos agentes comunitários, atender casos de saúde mental é mais freqüente do que as pessoas imaginam. De acordo com uma pesquisa nacional 56% das equipes de Saúde da Família disseram realizar alguma ação de saúde mental durante seu trabalho, por isso a articulação entre saúde mental e atenção básica é fundamental.

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