Neuropsicologia

Neuropsicologia

A Sensação, a Percepção e as Desordens da Percepção

Há um grande questionamento sobre a percepção que temos do mundo: O mundo existe por que percebemos ou percebemos o mundo que existe? Os neurocientistas acreditam que percebemos apenas uma parte do mundo ao nosso redor e que seria impossível captarmos todos os eventos existentes e que acontecem ao mesmo tempo.

Cada pessoa percebe o mundo ao seu redor de maneira diferente. Isso se dá porque além dos neurônios serem ligeiramente diferentes, nosso genoma é distinto e nós somos submetidos a diferentes experiências. A experiência prévia é importante para a acuidade de nossos sentidos. A mesma pessoa pode ter diferentes percepções de uma mesma coisa, dependendo de seu estado fisiológico (pessoas que fazem uso de álcool ou drogas) e psicológico (pessoas que estão em estado depressivo, maníaco, psicose entre outros).

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Os Benefícios Adquiridos por Cuidadores/Familiares que Conseguem Compreender e Aceitar a Doença de Alzheimer

Observemos no discurso dos familiares que a maior dificuldade enfrentada por eles é, inicialmente, a aceitação da doença. Após aceitá-la, as pessoas envolvidas com o portador conseguem compreender melhor a complexidade da doença, os sintomas associados e ter uma participação mais efetiva no cuidado com o doente. Além disso, aceitar que seu ente querido possui uma doença evolutiva e sem cura, pode favorecer uma maior aproximação efetiva entre o cuidador direto e p portador, o mesmo ocorrendo com outros familiares. A busca pelo apoio dos profissionais da área de saúde e o encontro com pessoas que enfrentam a mesma situação possibilita receber a orientação necessária em cada etapa da Doença de Alzheimer, compartilhar a dor e o sofrimento. Este apoio pode ser encontrado na própria comunidade (religião, amigos, vizinhos, etc.) e através dos grupos de apoio psicológicos.

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O Papel do Cuidador contratado para Portadores de Doença de Alzheimer

A Doença de Alzheimer é o tipo de demência mais comum entre a população idosa, é degenerativa e que ainda não há cura, apenas tratamento para retardar a evolução e tratar os sintomas associados. Desta forma, o portador em fase inicial apresenta dificuldades cognitivas como perda de memória, desorganização espaço-temporal, mudança de comportamento, que vão progressivamente levando-o a dependência de cuidados em tempo integral, motivo pelo qual, a presença de um cuidador(a) torna-se inevitável. Muitas famílias, por diversos fatores, assumem o cuidado do doente pelo menos até a fase intermediária. No entanto, há casos em que a opção mais apropriada para a família é a contratação de uma pessoa para executar este papel.

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Alzheimer e as Fases da Doença

Alzheimer é uma doença neurológica que afeta o Sistema Nervoso Central devido à progressiva degeneração dos neurônios, afetando sobremaneira o raciocínio e o comportamento do portador.  A doença é classificada em fases: Inicial, Intermediária e Avançada ou Terminal. A distinção destas fases é importante, pois é a partir deste conhecimento que o profissional da saúde poderá adequar o tratamento, bem como, a intervenção junto aos familiares e cuidadores, considerando as necessidades do portador.

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A Doença de Alzheimer, O Cuidador e as Relações Familiares: Aspectos Sociais e Emocionais

A Doença de Alzheimer (D.A.) tem sua maior incidência em pessoas acima dos 65 anos de idade e, com o impacto do diagnóstico, as famílias se deparam com questões que abalam a auto-estima, a segurança e a esperança. Além de recursos médicos para o diagnóstico e tratamento da D. A., a família precisará contar com pessoas da comunidade para ajudar o portador num momento de dificuldade.

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