Psicologia Hospitalar

Brincar é Coisa Séria

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Resumo: A medicina, antes focada na tecnologia, começa a voltar sua atenção para o ser humano e suas necessidades. O indivíduo passa a ser visto com uma pessoa em sua totalidade, e não mais como corpo que abriga uma doença. Neste novo cenário encontramos a humanização na área pediátrica, que busca minimizar os efeitos da hospitalização na vida da criança. Buscamos estabelecer a relação entre o brincar no hospital e seus benefícios para as crianças que têm acesso a este recurso. Para isso conversamos com cinco profissionais que trabalham em hospitais pediátricos com longa experiência na área e procuramos responder, através de uma entrevista, à questão “Quais os benefícios do brincar para a criança hospitalizada na visão os profissionais de saúde”. O resultado dessas entrevistas nos mostrou que o brincar é extremamente benéfico em situações de hospitalização, e não tem contra-indicações. Dentre as vantagens citadas estão a melhor aceitação ao tratamento e principalmente a maior rapidez na recuperação, demonstrados através do relato de nossos entrevistados. Dessa forma concluímos que o brincar só traz benefícios tanto clínicos quanto psicológicos e deve ser uma prática incentivada.

Palavras-chave: humanização, brinquedoteca, ludoterapia, brincar no hospital.

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Aspectos Psicológicos dos Pacientes Ostomizados por Câncer

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O câncer é uma doença que leva o indivíduo a um desequilíbrio na sua saúde, na família e no trabalho, ou seja, todo seu contexto de vida é atingido direta ou indiretamente. Quando o indivíduo se depara com um tipo de cirurgia (ostomia), a qual indeterminadamente poderá trazer a cura, a vivência de uma mutilação surge e esse indivíduo, muitas vezes entra num processo de ambivalência psicológica.

É necessário dar-se um tempo ao paciente que será ostomizado, pois este precisa de tempo para refletir e adaptar-se a nova realidade. Esse momento é muito pessoal, podendo a decisão ser tomada na hora, como levar dias e semanas para se chegar a uma conclusão de que realmente vale a pena enfrentar essa mudança.

Nos casos graves da doença, não é indicado esse tempo, pois o objetivo dos profissionais da saúde é salvar a vida. Então, realiza-se o processo cirúrgico e, no pós operatório, trabalha- se com a informação a respeito da ostomia.

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Relação entre Informação e Redução da Ansiedade em Pacientes a Serem Submetidos ao Cateterismo Cardíaco

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Resumo: Este estudo exploratório e com abordagem quantitativa teve como objetivo verificar como as informações acerca do exame auxiliam na redução da ansiedade em pacientes a serem submetidos ao Cateterismo Cardíaco. Participaram da pesquisa 14 pacientes, sendo que 7 receberam informações sobre o exame e os outros 7 não. Utilizou-se o Inventário de Ansiedade de Beck (BAI) como instrumento de avaliação dos dois grupos. Observou-se que o grupo de pacientes que recebeu informações sobre o procedimento apresentou níveis de ansiedade menor do que aqueles não informados. No entanto, somente com os dados coletados não foi possível afirmar com consistência que as informações dadas pelo profissional psicólogo reduzem significativamente a ansiedade, já que outros dados importantes, como a hipertensão, apareceram no decorrer da pesquisa. Sugere-se uma continuidade desse trabalho como forma de elucidar o que aqui se iniciou.

Palavras-chave: cateterismo cardíaco; ansiedade; informação.

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Câncer de Pênis: Sentimentos e Percepções de Pacientes Diagnosticados para Amputação

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Resumo: Este estudo tem como objetivo compreender a experiência de seis pacientes com câncer de pênis diagnosticados para amputação, identificando a partir dos relatos colhidos, os principais sentimentos, proposições e percepções vivenciadas por eles. Trata-se de uma pesquisa de abordagem qualitativa na perspectiva fenomenológica. Os dados foram obtidos através de entrevista com pacientes do Hospital de Câncer de Pernambuco. Após a análise, os resultados encontrados constatam que o câncer de pênis é uma doença ainda desconhecida pela quase totalidade dos pacientes acometidos e que a causa maior de sua incidência também é absolutamente ignorada. Tal enfermidade oculta perdas irreparáveis tanto para o físico, que envolve a perda do membro, como para o psicológico, por ser percebida como a “perda da masculinidade”, constituindo assim o “câncer de pênis com diagnóstico de amputação” uma tragédia sem precedentes na vida do homem.
Palavras-chaves: Câncer de Pênis; Amputação de Pênis; Perda da Masculinidade; Impotência; Sofrimento Masculino; Pênis e Masculinidade; Carcinoma de Pênis.

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Luto como processo natural da condição humana

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A morte é a única certeza de nossas vidas, certeza esta que vem da constatação da finitude da vida. Na cultura Ocidental, a idéia de morte vem acompanhada de grande pesar, medos e angústias, aspectos estes que muitas vezes nos dificultam encará-la como um processo natural da condição humana.

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A Atuação do Psicólogo no Contexto Hospitalar

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Resumo: O presente artigo trata da atuação de psicólogo em instituições hospitalares, abordando as intervenções junto á família, o paciente e equipe profissional do hospital. A atuação do psicólogo hospitalar promove mudanças, atividades curativas e de prevenção, diminui o sofrimento que a hospitalização e a doença causam ao sujeito.
Palavras - chave: Psicologia hospitalar. Hospital geral. Brasil.

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Psicologia Hospitalar

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A Psicologia Hospitalar é mais uma das áreas de atuação da psicologia. Ela atua em instituições de saúde, com um atendimento e prestação de serviços a nível secundário e a nível terciário da atenção à saúde, a nível primário fica sobre responsabilidade do Programa Saúde da Família (PSF). O Psicólogo Hospitalar também pode atuar em instituições de ensino, visando um aperfeiçoamento ou a especialização de profissionais nesta área.

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