Psicanálise

Os Sonhos na Concepção de Freud

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Introdução

A teoria dos sonhos proposta por Sigmund Freud em 1900 desperta cada vez mais interesse sobre esse mundo tão incompreensível, rico e cheio de sentimentos, que dá margem a muitas considerações, censuras e novas abordagens. O que antes, era interpretado como símbolos ou premonições agora é visto como particularidades de nosso inconsciente. Destaca-se ainda a importância dos sonhos na vida de qualquer indivíduo, assim como a influência que exerce sobre os mesmos, sua análise em terapia auxiliando o terapeuta durante o tratamento (SILVA & SANCHES, 2011).

Segundo Silva e Sanches (2011), pode-se dizer que o marco da grande história de Sigmund Freud foi “A Interpretação dos Sonhos”, obra na qual antes não tinha grande importância para a ciência, e que logo após tal publicação ganhou de fato seu devido valor. Através destes estudos, foi possível trazer ao consciente os conteúdos inconscientes, onde o sonhar é um fenômeno regressivo; no qual nos devolve aos estados primitivos da infância.

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Uma Revisão Sobre a Psicanálise Infantil

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Resumo: Este artigo tem como objetivo dar alguns subsídios para se pensar sobre a criança sob a ótica da Psicanálise. Parte de uma breve compreensão histórica, fazendo uma revisão das teorias psicanalíticas sobre a criança e o brincar, além de sintetizar os principais manejos técnicos sugeridos por autores de grande relevância no campo da psicanálise. O estudo aborda ainda a entrevista e o envolvimento dos pais nesse processo.
Palavras-Chave: Psicanálise infantil, brincar, entrevista

Introdução

As particularidades da clínica com crianças inquirem os conhecimentos já organizados sobre os sintomas e as possibilidades de abordagem psicanalítica. Quando se trata de crianças, a clínica se constitui no entrecruzamento de subjetividades, imprimindo impasses e possibilidades para o paciente, seus pais e o analista ( TEIXEIRA, 2006).

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A Psicanálise de Crianças: o Brincar como Recurso Terapêutico

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Resumo: O presente artigo é resultado de uma revisão da literatura acerca da psicanálise de crianças e das principais psicopatologias desenvolvidas durante esta fase da vida. Além de esclarecer um pouco da psicanálise de crianças, trata-se também de desmistificar o ideário popular de que as crianças não têm uma estrutura psíquica inconsciente, a importância do brincar na clínica psicanalítica como recurso terapêutico importante para o processo de análise, bem como o papel do Psicólogo frente a essa questão e conhecer as formas como essa estrutura se manifesta além do surgimento de psicopatologias na infância até o seu processo de análise.
Palavra-Chave:
brincar, infância, psicopatologia

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A Resistência na Obra de Freud

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Resumo: A importância da resistência para a evolução da técnica da teoria psicanalítica é demonstrada através de diversos trabalhos de Freud. Esse artigo pretende colocar alguns conceitos sobre resistência, voltando especial atenção nas suas relações entre os conceitos de transferência e recalque.
Palavras-Chave: Psicanálise, Resistência, Transferência, Recalque

Introdução

A resistência é um conceito fundamental para a psicanálise. Encontra-se presente em quase todos os textos freudianos, e atravessa todo o processo de análise. Está implicada numa série de fenômenos relacionados aos conflitos intrapsíquicos, mas também aos que dizem respeito à relação intersubjetiva.

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Amar o Outro em Freud

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Resumo: Neste trabalho a ser apresentado pretendemos fazer uma análise breve a partir do texto escolhido, O Mal-Estar na Civilização, escrito por Sigmund Freud em 1929, obra constituída por textos que marcam uma nova concepção de pensamento centrado na reflexão sobre as relações do homem enquanto indivíduo, pressupondo que, tanto o desenvolvimento individual quanto social, articula o dualismo instintivo numa tentativa de manter o desenvolvimento do individuo e da civilização sob pressão através do controle das energias instintivas. Freud busca tecer sua teoria entre a força de autopreservação e autodestruição, remetendo-a para o dualismo instintivo entre amor e agressão. Para explicar a vida mental do individuo, Freud recorre à psicologia nietzschiana e fundamenta sua psicanálise.
Palavras-chave: instinto, amor, neurose, agressão.

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"Os Cimos": um conto sobre a falta

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A criança, personagem do conto, não tem um nome. É apresentada aos leitores como: “De sorte que de novo o Menino”... O “de novo” e o desenrolar da estória nos fazem crer que se trata do mesmo personagem do conto “As margens da alegria”, que abre o livro “Primeiras Estórias”, onde “Os Cimos” se inserem como último conto. Assim, na primeira e na última estórias, o personagem Menino parece ser o mesmo, como também o é a cidade para onde viaja; em ambas estórias, ele não tem um nome próprio.

Por que este Menino não tem nome? Atribuir um nome a algo ou a alguém é particularizá-lo, distingui-lo dos demais. Mesmo no caso de nomes próprios triviais, os sobrenomes tentam individualizar seus portadores. Já coisas diversas e com mesmos nomes costumam ser vistas como bizarrices ou motivo para confusões. Os nomes são significantes e, como tais, portam significados.

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